As Representações Sociais, ajudam no esclarecimento dos comportamentos, criam uma forma de pensamento social onde o conhecimento resulta da observação. Nesta perspectiva, as Representações Sociais da realidade estão sempre ligadas às experiências, à cultura aprendida no decorrer de uma vida, à linguagem que se utiliza nas relações sociais, enfim à própria história pessoal e do grupo social com o qual se convive e nos relacionamos. Na reflexão dessas questões, percebe-se que não é possível estudar o homem moderno sem levar em conta a sua inclusão numa sociedade altamente tecnológica. É imprescindível salientar que a tecnologia está presente em nosso dia-a-dia, é um processo histórico e não se pode negá-lo e nem pensar em recuo, mesmo sendo um período de transição. A informática na sociedade globalizada traz implicações directas ou indirectas no modo de vida de todos. Temos de adequar os nossos comportamentos a essa realidade, tanto na vida pessoal como familiar. Como mãe sinto uma maior necessidade de atenção à utilização da tecnologia (computador) pela minha filha, pois em idade escolar, não aprende só aquilo que os professores ensinam, nem aquilo que os pais ensinam, por isso a necessidade de atenção.
sábado, 11 de outubro de 2008
trabalho O bom aluno – Representações científicas
1 -Etapa 1: Observação – Quase todas as investigações científicas começam com uma observação que estimula a curiosidade ou origina uma questão.
Etapa 2: Formulação da pergunta: O propósito da pergunta é limitar o centro da investigação e identificar o problema em termos específicos.
Exemplo de uma pergunta: o chá verde reduz os efeitos da oxidação?
Etapa 3: Formulação da hipótese: O próximo passo no método científico é sugerir uma possível resposta em forma de hipótese. Uma hipótese é, muitas vezes definida, como um palpite desenvolvido porque quase sempre se baseia nas informações que se dispõe sobre um tópico.
Etapa 4: Experiência controlada: Muitas pessoas pensam numa experiência como algo que acontece num laboratório. Mas as experiências não envolvem necessariamente as bancadas de um laboratório ou tubos de ensaio. No entanto, elas precisam ser armadas de forma a testar uma hipótese específica e precisam de ser controladas.
Etapa 5: Analise os dados e conclusão: Durante uma experiência, os cientistas reúnem dados quantitativos e qualitativos. Em meio a essas informações, se eles tiverem sorte, estão indícios que podem ajudar a sustentar ou a rejeitar uma hipótese.
2- O método científico é um instrumento poderoso, mas tem as suas limitações. Essas limitações baseiam – se no facto de que uma hipótese precisa de ser testada e de ser contestada, e que experiências e observações precisam ser passíveis de repetição. Isso coloca certos tópicos além do alcance do método científico. Por exemplo, a ciência não pode provar ou refutar a existência de Deus ou de qualquer outra entidade sobrenatural. E por fim em ciências sociais ,não podemos usar o método experimental porque respeitamos valores éticos .
3 - Vimos que o método científico começa com a observação. Com base na observação e apoiado pelo pensamento indutivo formula-se uma hipótese que, nada mais é do que uma crença que se desconfia que seja verdadeira.
A partir daí, deve-se testar a hipótese. Mas como as ciências sociais não podem utilizar o método experimental ficamos sempre a espera de novos dados para verificar as hipóteses.
4- A observação directa e indirecta
- A observação participante e não participante
- Questionários e entrevistas
5- Na análise temática é necessário descobrir um tema nos dados, é preciso comparar acções entre si, para ver se existe um conceito que os unifique. Quando se encontram temas diferentes, é necessário achar semelhanças que possa haver entre eles. Durante a interpretação dos dados, é preciso voltar atentamente aos padrões teóricos, relevantes à investigação, pois eles dão-nos as perspectivas significativas para o estudo. A relação entre os dados obtidos e a fundamentação teórica é que dará sentido à interpretação.
Na analise categorial a escolha de categorias (classificação e união).
A maioria dos procedimentos de análise qualitativa organiza-se em torno de categorias.A categoria é uma forma geral de conceito, uma forma de pensamento. As categorias são reflexas da realidade, sendo sínteses, em determinado momento, do saber. Por isso, se modificam constantemente, assim como a realidade. Na análise de conteúdo, as categorias são indicações ou classes que reúnem um grupo de elementos (unidades de registo) em razão de características comuns.
6- A atitude científica distingue-se da atitude ideológica pelo facto de estudar a realidade de forma objectiva, procurando conhecer/estabelecer causas e relações entre os fenómenos, ao contrário da atitude ideológica que enuncia juízos de valor relativamente ao objecto em estudo. A atitude ideológica é, ao contrário da científica, subjectiva, porque expõe factos recorrendo a ideias pessoais e à consciência pessoal
7- No mundo em que vivemos, todos nós temos opiniões na maior parte das vezes muito fortes, sobre aquilo que não conhecemos, todos nos apercebemos da realidade que nos rodeia, quer física quer social. É a ideia que temos da realidade sem que façamos algum tipo de estudo que é chamado de conhecimento vulgar ou de senso comum.Por outro lado temos o conhecimento científico, é o estudo que se faz sobre algo e todo o resultado é fundado de uma pesquisa através de métodos científicos.
Etapa 2: Formulação da pergunta: O propósito da pergunta é limitar o centro da investigação e identificar o problema em termos específicos.
Exemplo de uma pergunta: o chá verde reduz os efeitos da oxidação?
Etapa 3: Formulação da hipótese: O próximo passo no método científico é sugerir uma possível resposta em forma de hipótese. Uma hipótese é, muitas vezes definida, como um palpite desenvolvido porque quase sempre se baseia nas informações que se dispõe sobre um tópico.
Etapa 4: Experiência controlada: Muitas pessoas pensam numa experiência como algo que acontece num laboratório. Mas as experiências não envolvem necessariamente as bancadas de um laboratório ou tubos de ensaio. No entanto, elas precisam ser armadas de forma a testar uma hipótese específica e precisam de ser controladas.
Etapa 5: Analise os dados e conclusão: Durante uma experiência, os cientistas reúnem dados quantitativos e qualitativos. Em meio a essas informações, se eles tiverem sorte, estão indícios que podem ajudar a sustentar ou a rejeitar uma hipótese.
2- O método científico é um instrumento poderoso, mas tem as suas limitações. Essas limitações baseiam – se no facto de que uma hipótese precisa de ser testada e de ser contestada, e que experiências e observações precisam ser passíveis de repetição. Isso coloca certos tópicos além do alcance do método científico. Por exemplo, a ciência não pode provar ou refutar a existência de Deus ou de qualquer outra entidade sobrenatural. E por fim em ciências sociais ,não podemos usar o método experimental porque respeitamos valores éticos .
3 - Vimos que o método científico começa com a observação. Com base na observação e apoiado pelo pensamento indutivo formula-se uma hipótese que, nada mais é do que uma crença que se desconfia que seja verdadeira.
A partir daí, deve-se testar a hipótese. Mas como as ciências sociais não podem utilizar o método experimental ficamos sempre a espera de novos dados para verificar as hipóteses.
4- A observação directa e indirecta
- A observação participante e não participante
- Questionários e entrevistas
5- Na análise temática é necessário descobrir um tema nos dados, é preciso comparar acções entre si, para ver se existe um conceito que os unifique. Quando se encontram temas diferentes, é necessário achar semelhanças que possa haver entre eles. Durante a interpretação dos dados, é preciso voltar atentamente aos padrões teóricos, relevantes à investigação, pois eles dão-nos as perspectivas significativas para o estudo. A relação entre os dados obtidos e a fundamentação teórica é que dará sentido à interpretação.
Na analise categorial a escolha de categorias (classificação e união).
A maioria dos procedimentos de análise qualitativa organiza-se em torno de categorias.A categoria é uma forma geral de conceito, uma forma de pensamento. As categorias são reflexas da realidade, sendo sínteses, em determinado momento, do saber. Por isso, se modificam constantemente, assim como a realidade. Na análise de conteúdo, as categorias são indicações ou classes que reúnem um grupo de elementos (unidades de registo) em razão de características comuns.
6- A atitude científica distingue-se da atitude ideológica pelo facto de estudar a realidade de forma objectiva, procurando conhecer/estabelecer causas e relações entre os fenómenos, ao contrário da atitude ideológica que enuncia juízos de valor relativamente ao objecto em estudo. A atitude ideológica é, ao contrário da científica, subjectiva, porque expõe factos recorrendo a ideias pessoais e à consciência pessoal
7- No mundo em que vivemos, todos nós temos opiniões na maior parte das vezes muito fortes, sobre aquilo que não conhecemos, todos nos apercebemos da realidade que nos rodeia, quer física quer social. É a ideia que temos da realidade sem que façamos algum tipo de estudo que é chamado de conhecimento vulgar ou de senso comum.Por outro lado temos o conhecimento científico, é o estudo que se faz sobre algo e todo o resultado é fundado de uma pesquisa através de métodos científicos.
Reflexão - "o bom aluno" - Representação Cientifica
Achei bastante interessante esta ficha, porque me fez questionar sobre diversos assuntos. Achei interessante as etapas do método científico, pois nunca nos questionamos sobre como certas coisas acontecem. Em relação ao método científico ser um processo que não tem fim, á partida não entendia muito bem porque, mas compreendi que não pode ter fim porque existem coisas que não podem ser experimentadas em relação às ciências socais. E por fim em ciências sociais ,não podemos usar o método experimental porque respeitamos valores éticos .
Também aprendi que nunca devemos subestimar a experiência pessoal e social das pessoas e dos grupos humanos, qualquer que eles sejam. É certo que vivemos cada vez mais num universo mediático, alternado pelas imagens, num universo onde cada vez mais substituímos nossas experiências reais pelas representações dessas experiências.
Não tinha a noção destas etapas antes da elaboração desta ficha de trabalho.
Também aprendi que nunca devemos subestimar a experiência pessoal e social das pessoas e dos grupos humanos, qualquer que eles sejam. É certo que vivemos cada vez mais num universo mediático, alternado pelas imagens, num universo onde cada vez mais substituímos nossas experiências reais pelas representações dessas experiências.
Não tinha a noção destas etapas antes da elaboração desta ficha de trabalho.
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
“Ser bom aluno, bora lá?” – Representações sociais

0- Algumas representações sociais
Paraíso: “ os cozinheiros são franceses “, “os mecânicos são alemães”
Inferno: “os cozinheiros são britânicos “,”os amantes são suíços”
A utilidade no diálogo quotidiano é de utilizar a uma linguagem directa e fácil de entender por todos pois precisamos de dialogar e falar de coisas que são comuns, e que podemos comparar. Não temos tempo, nem paciência, nem necessidade, nem conhecimento para o debate científico.
1- Partindo do princípio de que os principais problemas nos resultados escolares são problemas de método, os quais, desde que resolvidos, permitem aos alunos obter resultados e atingir os seus objectivos de estudo. “Uma das coisas fundamentais que um aluno deve ter é método, ou seja ter uma agenda de trabalho organizada, quase profissional”.
2 – O próprio conceito de "bom aluno" difere nas expectativas dos diferentes estratos sociais. Sem a definição precisa do conceito de "bom aluno" é impossível indicar as “regras” a seguir para atingir esse objectivo indefinido.
3.1 – Embora ele considere que a Web oferece muitas distracções aos alunos por conhecimento próprio, também sabe que é difícil distinguir por vezes as boas ferramentas das más. As suas dúvidas relativamente à Web como ferramenta de estudo resultam de uma história de vida estudantil, que considera gloriosa, onde apenas utilizou papel.
3.2- Vivemos uma verdadeira revolução da informação. Nunca antes, em momento algum da história, a humanidade teve acesso tão rápido a tantas informações. Apenas alguns segundos separam pesquisadores de informações que estão do outro lado do mundo. Com apenas alguns cliques nos “ratos” é possível aceder a portais e sites que nos colocam em museus ou que nos permitem a leitura de clássicos da literatura universal. Através do ecrã dos nossos computadores podemos ouvir músicas, assistir a filmes, ver televisão, editar fotografias, compor imagens e redigir novos textos para divulgação a nível mundial.
Será no fundo como ter vários professores a ensinar diferentes matérias. E tudo isto tem uma componente educativa.
4.1 – O autor defende a aposta nas novas tecnologias por parte do estado, bem como turmas com menos alunos e uma componente desportiva forte.
4.2- O desporto foi referido porque na sua experiência pessoal, o autor compatibilizou os estudos com o atletismo, ganhando algumas medalhas pelo Benfica.
Turmas mais pequenas permitem quer cada professor dedique mais tempo a cada aluno, sendo do senso comum a ideia que facilitam o sucesso escolar.
Novas tecnologias (área política) segundo as concepções do ensino hoje dominantes são frequentemente apresentadas como “o factor de salvação da educação”.
5-“ Há uma maioria preguiçosa entre o universo estudantil nacional”
5.1- Perante a evidência de alunos que não atingem os resultados escolares, se o autor admitir que não são estúpidos, só pode concluir que são preguiçosos… porque parte do princípio que a mais trabalho escolar correspondem sempre melhores resultados, a lei de ouro do trabalho escolar.
5.2- Claro que na geração do autor acabar um curso, quase sempre garantia emprego, e ai a motivação instrumental era maior pois fazia-se um esforço que acabaria por dar frutos, visto que certamente se conseguiria um bom emprego. Na geração do filho isso já não acontece e vemos diariamente pessoas com cursos superiores desempregados, no caso de professores a dar explicações etc.
5.3- O ser humano é um ser muito complexo, mas alguns factores comuns podem ser descobertos. Que condições são necessárias para alguém aprender algo com a maior facilidade?
Ora, aprendemos mais e melhor quando, por alguma razão, queremos aprender e sentimos um verdadeiro prazer intelectual no processo de aprendizagem. Por outras palavras, quando temos a motivação autêntica para tal. Mas, se pensarmos um pouco mais, descobriremos que a própria motivação está interligada com muitos outros factores, tais como o interesse, a curiosidade, o desejo de conseguir, alcançar algo.... a aprendizagem não têm limites. Ao contrário de uma pessoa que só está a estudar com o objectivo de por exemplo, subir na carreira, ou adquirir mais habilitações, mas nem por isso não tem prazer no estudo, logo para essa pessoa vai ser mais difícil a aprendizagem.
6- “Há que encarar o resto da vida com alegria…”
6.1- A lógica simplista da lei de ouro do mérito escolar conduz à conclusão que um aluno que não obteve resultados escolares, ou é (1) preguiçoso ou é (2) estúpido. Para evitar ser catalogado pelo professor com um destes rótulos o aluno pode fingir que não faz o trabalho escolar porque tem a sua vida preenchida com outras tarefas mais importantes, minimizando a importância da escola para se subtrair ao julgamento professoral.
Paraíso: “ os cozinheiros são franceses “, “os mecânicos são alemães”
Inferno: “os cozinheiros são britânicos “,”os amantes são suíços”
A utilidade no diálogo quotidiano é de utilizar a uma linguagem directa e fácil de entender por todos pois precisamos de dialogar e falar de coisas que são comuns, e que podemos comparar. Não temos tempo, nem paciência, nem necessidade, nem conhecimento para o debate científico.
1- Partindo do princípio de que os principais problemas nos resultados escolares são problemas de método, os quais, desde que resolvidos, permitem aos alunos obter resultados e atingir os seus objectivos de estudo. “Uma das coisas fundamentais que um aluno deve ter é método, ou seja ter uma agenda de trabalho organizada, quase profissional”.
2 – O próprio conceito de "bom aluno" difere nas expectativas dos diferentes estratos sociais. Sem a definição precisa do conceito de "bom aluno" é impossível indicar as “regras” a seguir para atingir esse objectivo indefinido.
3.1 – Embora ele considere que a Web oferece muitas distracções aos alunos por conhecimento próprio, também sabe que é difícil distinguir por vezes as boas ferramentas das más. As suas dúvidas relativamente à Web como ferramenta de estudo resultam de uma história de vida estudantil, que considera gloriosa, onde apenas utilizou papel.
3.2- Vivemos uma verdadeira revolução da informação. Nunca antes, em momento algum da história, a humanidade teve acesso tão rápido a tantas informações. Apenas alguns segundos separam pesquisadores de informações que estão do outro lado do mundo. Com apenas alguns cliques nos “ratos” é possível aceder a portais e sites que nos colocam em museus ou que nos permitem a leitura de clássicos da literatura universal. Através do ecrã dos nossos computadores podemos ouvir músicas, assistir a filmes, ver televisão, editar fotografias, compor imagens e redigir novos textos para divulgação a nível mundial.
Será no fundo como ter vários professores a ensinar diferentes matérias. E tudo isto tem uma componente educativa.
4.1 – O autor defende a aposta nas novas tecnologias por parte do estado, bem como turmas com menos alunos e uma componente desportiva forte.
4.2- O desporto foi referido porque na sua experiência pessoal, o autor compatibilizou os estudos com o atletismo, ganhando algumas medalhas pelo Benfica.
Turmas mais pequenas permitem quer cada professor dedique mais tempo a cada aluno, sendo do senso comum a ideia que facilitam o sucesso escolar.
Novas tecnologias (área política) segundo as concepções do ensino hoje dominantes são frequentemente apresentadas como “o factor de salvação da educação”.
5-“ Há uma maioria preguiçosa entre o universo estudantil nacional”
5.1- Perante a evidência de alunos que não atingem os resultados escolares, se o autor admitir que não são estúpidos, só pode concluir que são preguiçosos… porque parte do princípio que a mais trabalho escolar correspondem sempre melhores resultados, a lei de ouro do trabalho escolar.
5.2- Claro que na geração do autor acabar um curso, quase sempre garantia emprego, e ai a motivação instrumental era maior pois fazia-se um esforço que acabaria por dar frutos, visto que certamente se conseguiria um bom emprego. Na geração do filho isso já não acontece e vemos diariamente pessoas com cursos superiores desempregados, no caso de professores a dar explicações etc.
5.3- O ser humano é um ser muito complexo, mas alguns factores comuns podem ser descobertos. Que condições são necessárias para alguém aprender algo com a maior facilidade?
Ora, aprendemos mais e melhor quando, por alguma razão, queremos aprender e sentimos um verdadeiro prazer intelectual no processo de aprendizagem. Por outras palavras, quando temos a motivação autêntica para tal. Mas, se pensarmos um pouco mais, descobriremos que a própria motivação está interligada com muitos outros factores, tais como o interesse, a curiosidade, o desejo de conseguir, alcançar algo.... a aprendizagem não têm limites. Ao contrário de uma pessoa que só está a estudar com o objectivo de por exemplo, subir na carreira, ou adquirir mais habilitações, mas nem por isso não tem prazer no estudo, logo para essa pessoa vai ser mais difícil a aprendizagem.
6- “Há que encarar o resto da vida com alegria…”
6.1- A lógica simplista da lei de ouro do mérito escolar conduz à conclusão que um aluno que não obteve resultados escolares, ou é (1) preguiçoso ou é (2) estúpido. Para evitar ser catalogado pelo professor com um destes rótulos o aluno pode fingir que não faz o trabalho escolar porque tem a sua vida preenchida com outras tarefas mais importantes, minimizando a importância da escola para se subtrair ao julgamento professoral.
domingo, 5 de outubro de 2008
Reflexão de stc- Acção Social segundo Weber
Reflexão
Ao fazer este trabalho fiquei a conhecer Max Weber um dos fundadores da Sociologia e da Ciência moderna. Gostei bastante de conhecer as suas teorias e só por isso enriqueci.
Penso também que o mundo está burocratizado, vivemos num processo de desculpa consciente e razoável.A ciência e a técnica científica estão a tornar o mundo mais dependente das tecnologias porque elas são a parte mais importante do constante processo intelectual e racional a que estamos submetidos.Isso nem sempre é bom. A tecnologia acaba por tornar por vezes as pessoas mais distantes,frias ,e por vezes selectivas .
Ele defendia que para todas as disciplinas, tanto as ciências naturais como as ciências da cultura, o conhecimento é uma conquista que nunca chega ao fim. A ciência é o aproximar da ciência. Seria necessário que a humanidade perdesse a capacidade de criar para que a ciência do homem fosse definitiva.
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Reflexões sobre o documentário "Olhos Azuis"
Depois do visionamento do documentário “Olhos Azuis “, que achei muito interessante, e dos trabalhos apresentados pelos colegas, e por mim, relatando histórias de vida pessoais, outros abordaram a discriminação no geral, debatemos na aula os trabalhos de cada um.
Achei essa actividade muito interessante, porque trocámos ideias, às vezes concordámos outras não, mas gosto dessa maneira de trabalhar Cheguei à conclusão que realmente ainda existe discriminação, de várias formas, seja racial, sexual ou devido a limitações físicas, ou somente porque não gostamos de estrangeiros ou alguém diferente.
Depois das nossas tristezas e decepções, depois do nosso descontentamento na vida, dos nossos desgostos e angústias, ainda existe outro sentimento “a culpa”. Nós, o ser humano, ainda fazemos discriminação. Quer queiramos quer não acabamos por sentir essa “culpa “. Não queremos mas ela existe. Quantas vezes nos sentimos tristes por experimentar esses sentimentos em relação aos outros.
Este tipo de trabalhos consegue confrontar-nos com coisas que nos passam por vezes ao lado. Dai a sua importância.
domingo, 21 de setembro de 2008
Acção Social Segundo Weber
1-Acção social – Será um comportamento humano, uma atitude interior ou exterior voltada para acção ou desistência. Esse comportamento só é acção social quando o agente atribui ao seu comportamento um significado ou sentido próprio, e esse sentido se relaciona com o comportamento de outras pessoas.
2- Compreender o sentido que cada pessoa dá ao seu comportamento e perceber assim a sua posição evidente e não a análise das instituições sociais. Aponta o que se deve compreender, interpretar e explicar respectivamente, o significado, a organização e o sentido e demonstrar diversidade das atitudes.
3- Os agentes serão os grupos sociais que podem ter acções com determinada intenção, em função do sexo idade raça etc.
4- Os comportamentos estão sujeitos a:
• A acção racional com relação a um objectivo como, por exemplo, a de um engenheiro que constrói uma ponte, onde a racionalidade é medida pelos conhecimentos técnicos do indivíduo dispondo-se alcançar uma meta.
• A acção racional com relação a um valor, como um indivíduo que prefere morrer a abdicar determinada atitude, onde o que se procura não é um resultado externo ao sujeito mas a fidelidade a uma convicção. Por exemplo um artista que prefere não vender nenhuma obra a fazer cedências. O político que prefere perder as eleições a renunciar a sua ideologia.
•A acção afectiva, é aquela definida pela reacção emocional do sujeito quando submetido a determinadas circunstâncias. Por exemplo, a mãe quando bate no filho porque ele se portou mal.
• A acção tradicional que é motivada pelos costumes, tradições, hábitos, crenças, quando o indivíduo age movido pela obediência e hábitos fortemente enraizados na sua vida.
5- No o género social entendo que quanto mais um indivíduo pertence a uma classe social mais baixa mais conformista é. Pois ele pertence a uma família que também não lhe exige muito mais do que o que consegui para ela, seja na formação escolar, como noutros aspectos. Enquanto que numa família de classe social alta a atitude conformista é muito mais baixa. Os padrões de exigência são mais altos até.
Em relação à idade um jovem aceita a mudança com mais facilidade e adapta-se mais facilmente, enquanto uma pessoa com mais idade tem mais dificuldade em mudar e conformam-se com aquilo que têm.
Com as habilitações escolares é a mesma situação da classe social, pois as pessoas com uma escolaridade mais alta conseguem verificar que estão a ser prejudicadas muito mais rápido que as pessoas com habilitações inferiores, já tem noções de leis por exemplo tem experiências diferentes devido a preparação escolar e conhecimentos adquiridos com os pais, professores e exigem e reclamam perante as situações que se deparam ao contrario das outras que se acomodam.
6-A educação pressupõe uma associação entre os indivíduos, que procuram um determinado objectivo. A adesão entre os participantes costuma acontecer de forma voluntária. Mas o resultado da acção de seus membros pressupõe algum contacto ‘pessoal’, e não puramente de ‘negócio’ ”. Não são levadas em conta as qualidades pessoais do indivíduo em virtude do carácter económico. A relação caracteriza-se pelo sentimento do indivíduo de pertencer ao mesmo grupo cria-se relações entre os participantes individuais, na troca e numa relação social entre os que pretendem trocar e que, por isso, têm de orientar o seu comportamento pelo dos outros participantes.
Nos cursos EFA existe uma troca de experiências. Nesse caso, os participantes Professores costumam analisar não apenas as funções e a capacidade do candidato individual, naquilo que diz respeito às finalidades expressas da ligação, mas também o ‘ser’, e o valor de sua personalidade global. também o tempo para terminar o 12º ano é mais curto ,e essa é a maior vantagem dos cursos EFA.E ainda poder conciliar ,os estudos com a actividade profissional. A educação é um elemento importante na escolha social porque favorece o êxito do indivíduo.
7- No meu local de trabalho deparo todos os dias com situações de exclusão social.
O agravamento das desigualdades sociais, com graves consequências ao nível da extensão dos fenómenos da exclusão social e da pobreza, constitui sem dúvida um dos traços mais alarmantes das alterações que se vêm registando nos últimos anos na sociedade portuguesa. E todos os dias aparecem requerentes de RSI ou (Rendimento Mínimo Garantido) como é mais conhecido, pela sua natureza, é uma medida que não intervém ao nível das causas das crescentes desigualdades que estão na origem dos problemas da pobreza e da exclusão social. E os seus objectivos estão limitados aos efeitos mais extremos da degradação da situação social e tornar menos insuportáveis e muitas situações pessoais. Idosos, toxicodependentes reclusos são alguns dos beneficiários deste subsídio.
Direito que não é substitutivo, mas aditivo, em relação ao conjunto dos direitos sociais que a Constituição já consagra. E que importa que seja levado à prática como direito, contra quaisquer propósitos que pretendam transformar a sua atribuição em benesse ou em qualquer outro favor político, religioso ou pessoal.
Também estas pessoas já são integradas em cursos de formação, e também estão inscritas no centro de emprego o que já é alguma coisa em relação ao que se fazia antigamente.
8- Quando um consumidor pensa em adquirir um bem ou serviço, inúmeros factores, influenciam, a sua de decisão. Embora alguns aspectos dessa influência psicológica não estejam perfeitamente esclarecidos sabe-se que esses factores são capazes de afectar profundamente o comportamento humano
O interesse pelo consumidor e pelas suas formas de consumo, não é de hoje. Por outro lado, nunca se consumiu tanto, seja pela variedade imensa de produtos e serviços disponíveis, seja pela influência das celebridades em nosso dia-a-dia, seja pelas facilidades que o crédito nos proporciona, seja por apelos emocionais das campanhas publicitárias e das propagandas, seja pela diversificação dos tipos de média - a verdade é que todas as teorias sobre o comportamento ainda são insuficientes para explicar as atitudes do consumidor diante de uma situação de compra. Assim, o desejo exagerado pelo "ter" influencia os grupos sociais da mesma maneira, em relação a idade tem a ver com os produtos que são adquiridos para um jovem ele prefere uma, playstation , e um homem na casa dos quarenta prefere um carro, mota as mulheres roupas, carros jóias.
2- Compreender o sentido que cada pessoa dá ao seu comportamento e perceber assim a sua posição evidente e não a análise das instituições sociais. Aponta o que se deve compreender, interpretar e explicar respectivamente, o significado, a organização e o sentido e demonstrar diversidade das atitudes.
3- Os agentes serão os grupos sociais que podem ter acções com determinada intenção, em função do sexo idade raça etc.
4- Os comportamentos estão sujeitos a:
• A acção racional com relação a um objectivo como, por exemplo, a de um engenheiro que constrói uma ponte, onde a racionalidade é medida pelos conhecimentos técnicos do indivíduo dispondo-se alcançar uma meta.
• A acção racional com relação a um valor, como um indivíduo que prefere morrer a abdicar determinada atitude, onde o que se procura não é um resultado externo ao sujeito mas a fidelidade a uma convicção. Por exemplo um artista que prefere não vender nenhuma obra a fazer cedências. O político que prefere perder as eleições a renunciar a sua ideologia.
•A acção afectiva, é aquela definida pela reacção emocional do sujeito quando submetido a determinadas circunstâncias. Por exemplo, a mãe quando bate no filho porque ele se portou mal.
• A acção tradicional que é motivada pelos costumes, tradições, hábitos, crenças, quando o indivíduo age movido pela obediência e hábitos fortemente enraizados na sua vida.
5- No o género social entendo que quanto mais um indivíduo pertence a uma classe social mais baixa mais conformista é. Pois ele pertence a uma família que também não lhe exige muito mais do que o que consegui para ela, seja na formação escolar, como noutros aspectos. Enquanto que numa família de classe social alta a atitude conformista é muito mais baixa. Os padrões de exigência são mais altos até.
Em relação à idade um jovem aceita a mudança com mais facilidade e adapta-se mais facilmente, enquanto uma pessoa com mais idade tem mais dificuldade em mudar e conformam-se com aquilo que têm.
Com as habilitações escolares é a mesma situação da classe social, pois as pessoas com uma escolaridade mais alta conseguem verificar que estão a ser prejudicadas muito mais rápido que as pessoas com habilitações inferiores, já tem noções de leis por exemplo tem experiências diferentes devido a preparação escolar e conhecimentos adquiridos com os pais, professores e exigem e reclamam perante as situações que se deparam ao contrario das outras que se acomodam.
6-A educação pressupõe uma associação entre os indivíduos, que procuram um determinado objectivo. A adesão entre os participantes costuma acontecer de forma voluntária. Mas o resultado da acção de seus membros pressupõe algum contacto ‘pessoal’, e não puramente de ‘negócio’ ”. Não são levadas em conta as qualidades pessoais do indivíduo em virtude do carácter económico. A relação caracteriza-se pelo sentimento do indivíduo de pertencer ao mesmo grupo cria-se relações entre os participantes individuais, na troca e numa relação social entre os que pretendem trocar e que, por isso, têm de orientar o seu comportamento pelo dos outros participantes.
Nos cursos EFA existe uma troca de experiências. Nesse caso, os participantes Professores costumam analisar não apenas as funções e a capacidade do candidato individual, naquilo que diz respeito às finalidades expressas da ligação, mas também o ‘ser’, e o valor de sua personalidade global. também o tempo para terminar o 12º ano é mais curto ,e essa é a maior vantagem dos cursos EFA.E ainda poder conciliar ,os estudos com a actividade profissional. A educação é um elemento importante na escolha social porque favorece o êxito do indivíduo.
7- No meu local de trabalho deparo todos os dias com situações de exclusão social.
O agravamento das desigualdades sociais, com graves consequências ao nível da extensão dos fenómenos da exclusão social e da pobreza, constitui sem dúvida um dos traços mais alarmantes das alterações que se vêm registando nos últimos anos na sociedade portuguesa. E todos os dias aparecem requerentes de RSI ou (Rendimento Mínimo Garantido) como é mais conhecido, pela sua natureza, é uma medida que não intervém ao nível das causas das crescentes desigualdades que estão na origem dos problemas da pobreza e da exclusão social. E os seus objectivos estão limitados aos efeitos mais extremos da degradação da situação social e tornar menos insuportáveis e muitas situações pessoais. Idosos, toxicodependentes reclusos são alguns dos beneficiários deste subsídio.
Direito que não é substitutivo, mas aditivo, em relação ao conjunto dos direitos sociais que a Constituição já consagra. E que importa que seja levado à prática como direito, contra quaisquer propósitos que pretendam transformar a sua atribuição em benesse ou em qualquer outro favor político, religioso ou pessoal.
Também estas pessoas já são integradas em cursos de formação, e também estão inscritas no centro de emprego o que já é alguma coisa em relação ao que se fazia antigamente.
8- Quando um consumidor pensa em adquirir um bem ou serviço, inúmeros factores, influenciam, a sua de decisão. Embora alguns aspectos dessa influência psicológica não estejam perfeitamente esclarecidos sabe-se que esses factores são capazes de afectar profundamente o comportamento humano
O interesse pelo consumidor e pelas suas formas de consumo, não é de hoje. Por outro lado, nunca se consumiu tanto, seja pela variedade imensa de produtos e serviços disponíveis, seja pela influência das celebridades em nosso dia-a-dia, seja pelas facilidades que o crédito nos proporciona, seja por apelos emocionais das campanhas publicitárias e das propagandas, seja pela diversificação dos tipos de média - a verdade é que todas as teorias sobre o comportamento ainda são insuficientes para explicar as atitudes do consumidor diante de uma situação de compra. Assim, o desejo exagerado pelo "ter" influencia os grupos sociais da mesma maneira, em relação a idade tem a ver com os produtos que são adquiridos para um jovem ele prefere uma, playstation , e um homem na casa dos quarenta prefere um carro, mota as mulheres roupas, carros jóias.
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